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Pau no lombo do trabalhador

A antirreforma trabalhista só acabou com os recursos destinados aos sindicatos dos trabalhadores. As entidades patronais, que eram duplamente beneficiadas, mantiveram uma gigantesca fonte de […]

Por Colaborador, Sergipe
ago 1, 2018 as 8:47 pm - Destaques

A antirreforma trabalhista só acabou com os recursos destinados aos sindicatos dos trabalhadores. As entidades patronais, que eram duplamente beneficiadas, mantiveram uma gigantesca fonte de recursos.

O fim do imposto sindical compulsório – patronal e dos trabalhadores – não alterou em nada os recursos do “Sistema S”.

O “Sistema S” – Sesc, Sebrae, Senac, Sesi, Senar, Senai, Sest, Sescoop e Senat – arrecadará em 2018 algo em torno de R$ 17 bilhões. Percentuais que variam de 2% a 10% desse valor, apurados sobre a receita de cada entidade, são repassados diretamente para as Confederações Nacionais e Federações Estaduais da Indústria, Agricultura, Comércio, etc.

Ou seja, enquanto a antirreforma trabalhista destruiu, do dia para a noite, 80% dos recursos destinados aos sindicatos dos trabalhadores, manteve intacta a distribuição de recursos para as entidades sindicais do patronato, via “Sistema S”.

É “quase nada”: só aproximadamente um bilhão de reais anuais para o patronato enquanto os trabalhadores ficaram a ver navios. Quase nada…

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