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Belivaldo debate segurança e educação com representantes da comunidade indígena Xokó

Representando a tribo indígena, o Cacique Bah, solicitou melhorias para a comunidade ligadas ao Colégio Indígena Estadual Dom José Brandão de Castro, bem como serviços […]

Por admin, Sergipe
abr 27, 2018 as 12:58 am - Capital, Destaques, Municípios

Representando a tribo indígena, o Cacique Bah, solicitou melhorias para a comunidade ligadas ao Colégio Indígena Estadual Dom José Brandão de Castro, bem como serviços de ampliação nas vias de acesso à aldeia e mais segurança

Na tarde desta quinta-feira (26), em seu gabinete no Palácio dos Despachos, o governador Belivaldo Chagas recebeu representantes da comunidade indígena Xokó, localizada na Ilha de São Pedro, às margens do Rio São Francisco, no município de Porto da Folha. Em pauta, reivindicações da comunidade que buscam melhorias na estrutura e no ensino do Colégio Indígena Estadual Dom José Brandão de Castro. A comunidade também solicitou iluminação central e serviços que ampliem as vias de acesso à aldeia, além de policiamento.

“Os representantes da tribo Xokó vieram para fazer reivindicações justas. Como a reforma e ampliação da escola, a questão relacionada às estradas, melhoria no acesso. Há a necessidade de ampliação da rede elétrica, vamos conversar com a Energisa sobre essa questão. Portanto, firmamos também um compromisso de fazer uma visita ao local. Já contatei a Secretaria de Educação para que conclua o processo de reforma e ampliação da escola, para que a gente possa discutir também a questão do ensino e de professores”, declarou o governador Belivaldo Chagas.

Representando a tribo indígena, Rogério, um dos líderes da comunidade, avaliou de forma positiva a reunião. “Trouxemos pautas da nossa comunidade e avaliamos que a reunião foi muito boa. Estamos satisfeitos e esperamos que o governador se sensibilize, porque foram pautas essenciais para a comunidade”.

A ampliação da segurança no território da aldeia também foi tema da audiência. “A gente tem uma questão legal que impede a atuação da Polícia Militar de entrar na área da aldeia. Mas solicitamos que o governador mantivesse o contato que a gente sempre teve com o policiamento de Caatinga, para que a polícia possa entrar e sair da aldeia, visto que o nosso território vem sendo invadido por pessoas que não levam paz. O governador ficou de ver essa situação, junto ao comando geral e, em breve, vai dar um posicionamento”, destacou.

Aldeia 

A aldeia Xokó fica a 186 quilômetros da capital, às margens do rio São Francisco. Possui 95 hectares e cerca de 500 índios, que sobrevivem da pesca, agricultura e criação de animais. Os índios residem em casas de alvenaria e cerca de 80 crianças da comunidade estudam em escola sediada na aldeia, que leva o nome de Dom José Brandão de Castro, um dos grandes incentivadores e apoiadores na luta dos índios.

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